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Se você está controlando cuidadosamente o que come e não consegue ver melhorias nos níveis do seu colesterol, pressão arterial, glicemia etc., aqui está um pouco de esperança.

A culpa pode ser de inflamações induzidas por deficiências em vitaminas e minerais.

"É bem sabido que o consumo habitual de dietas pobres significa maior risco de doenças futuras, mas claramente este não é um motivo suficiente para muitas pessoas melhorarem seus hábitos alimentares," pondera o professor Bruce Ames, da Universidade da Califórnia em Berkeley.

"No entanto, uma intervenção relativamente fácil, com algo como barras de cereais, pode ajudar as pessoas a tirarem proveito do impacto positivo que uma dieta com nutrição adequada pode ter em suas vidas diárias, o que pode ser um incentivo mais forte para a mudança," acrescentou Bruce.

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A diversidade da dieta, conforme definida por uma menor semelhança entre os alimentos que consomem as pessoas, pode vincular-se a uma menor qualidade da alimentação e a uma pior saúde metabólica, de acordo com investigadores do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Texas em Houston (UTHealth) e da Escola Friedman de Ciência Nutricional e Política na Universidade Tufts. O estudo foi publicado na revista PLOS ONE.

"'Comer de tudo com moderação' foi uma recomendação tradicional para a alimentação, mas sem grande evidência empírica de suporte nas populações. Queríamos caracterizar novas medidas de diversidade da alimentação e avaliar sua relação com a saúde metabólica", disse Marcia C. do Oliveira Otto, Ph.D., Primeira autora e professora assistente do Departamento de Epidemiologia, Genética Humana e Ciências Ambientais na Escola de Saúde Pública de UTHealth.

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Gastróloga da escola CEAV Jr. dá dicas para pais e filhos mudarem os hábitos alimentares e adotarem cardápio saudável em casa. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que uma a cada três crianças de 5 a 9 anos está acima do peso recomendado. Da década de 70 para cá a parcela de jovens com sobrepeso subiu de 9,7% para 33,5%. Se nada for feito, a OMS prevê que, até 2025, as crianças acima do peso cheguem a 75 milhões.

Enquanto os pais buscam modificar hábitos alimentares em casa, as escolas incorporam atividades de culinária na grade curricular. É o caso da escola de Educação Infantil CEAV Jr., onde por meio do projeto Cozinha Experimental os alunos põem a ‘mão na massa’ e vão para a cozinha ter contato com o preparo de alimentos saudáveis e conhecer as propriedades. A gastróloga da unidade de ensino, Vanessa Prado, explica que para introduzir a alimentação saudável na rotina das crianças é necessário que os hábitos comecem desde cedo, e a escola tem papel fundamental. 

7Em um estudo publicado na revista Chemistry and Biology, os pesquisadores descrevem uma nova molécula – chamada de composto 14 – que pode ajudar a tratar pacientes obesos e aqueles que sofrem de diabetes do tipo 2. O Composto 14 trabalha de uma maneira inteligente para enganar o corpo, fazendo ele “reconhecer” que nós estamos sem energia por conta dos exercícios físicos.

6O hormônio do crescimento, (  growthhormone - GH), é produzido pela glândula hipófise, localizada na base do crânio e desempenha um importante papel no corpo humano. Ele é fundamental para o crescimento desde os primeiros anos de vida até quando atingimos idades mais avançadas, onde ainda é produzido.   

Durante a noite, enquanto dormimos, ocorre a maior liberação do GH que após secretado estimula as células do nosso fígado para a produção do IGF-1 ou fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1. O IGF-1 é uma proteína com 70 aminoácidos que recebe esse nome por ter a sua estrutura muito semelhante à Insulina. A produção de IGF-1 é essencial para a nossa saúde por estimular o crescimento celular, diminuir o percentual de gordura corporal, aumentar o anabolismo e a definição muscular, aumentar a síntese proteica, aumentar a reparação celular e aumentar a performance cardiovascular.   

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