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1A mamografia é o exame mais importante para o rastreamento da doença e do diagnóstico precoce em mulheres assintomáticas, devendo ser realizada uma vez por ano a partir dos 40 anos. Nos anos 2000, a versão digital passou a permitir o pós-processamento da imagem, com recursos para correções, ajustes e ampliações, além de facilitar o registro do histórico da paciente.

A Tomossíntese é um exame que realiza múltiplas aquisições de imagens da mama em diferentes ângulos , e através de um software é realizada a reconstrução em cortes milimétricos,permitindo assim uma avaliação tridimensional da mama,melhorando a capacidade de diagnóstico. 

A grande vantagem é reduzir ou eliminar a sobreposição de tecido mamário, melhorar a definição e caracterização das lesões encontradas, reduzir a taxa de reconvocação, reduzir os falso-positivos, reduzir o número de biopsias e o benefício em potencial é o aumento da detecção de câncer de mama. Estudos comprovam que a tomossíntese pode reduzir a reconvocação para incidências complementares em até 15% e aumentar a detecção do câncer de mama em 43%.

Fonte: CFF

8O câncer de colo de útero é a principal razão para que 7,7% das mulheres brasileiras com mais de 18 anos se submetam a cirurgia para a retirada do órgão, informou a Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo IBGE. Os percentuais de retirada do útero aumentam nas regiões Nordeste (8,2%) e Centro-Oeste (9,1%).

De acordo com o levantamento, 79,4% das mulheres de 25 a 64 anos já fizeram o exame preventivo, chamado Papanicolau, pelo menos uma vez nos três últimos anos anteriores à pesquisa. Quanto mais cedo é feito os diagnóstico, maiores são as chances de um tratamento com resultados positivos. Entre as mulheres nessa faixa que nunca fizeram o exame preventivo, 45,6% não acharam necessário. Outros motivos apontados são: nunca foram orientadas a fazê-lo (20,7%), vergonha (9,7%), nunca tiveram relações sexuais (7,2%), dificuldade para marcar a consulta (3,8%); tempo de espera para o serviço muito alto (1,7%) e outros motivos não especificados (11,3%).

A recomendação do Ministério da Saúde é que toda mulheres que já teve atividade sexual deve submeter-se aos exame preventivo periódico. Os dois primeiros exames devem ser anuais. Em caso de resultados normais, sua repetição passa a ser necessária após três anos.

1O Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp em Campinas (SP) tem, oficialmente, a primeira parceria internacional para pesquisas sobre o câncer de mama. A universidade assinou um acordo com o Baylor College of Medicine (BCM), localizado no Texas (EUA), que vai garantir intercâmbio de profissionais em busca de novos tratamentos.

"O instituto como um todo é muito forte na área de pesquisa. É uma das melhores parcerias que a gente poderia fazer", afirma Cássio Cardoso Filho, mastologista do Hospital da Mulher e docente do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM).

O acordo de cooperação entre as universidades também envolve o Susan G. Komen Foundation, com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) e da Vice-Reitoria de Relações Internacionais (Vreri). A assinatura aconteceu durante um evento na última semana.

O encontro também reforçou as parcerias da Unicamp com outras universidades públicas, hospitais e centros de tratamento em oncologia do Brasil. A Fapesp e outras instituições nacionais e internacionais que financiam pesquisas participaram do evento.

Segundo o mastologista, alguns profissionais da Unicamp, entre estudantes, pesquisadores e docentes, já foram para os Estados Unidos. Mas formalizar a parceria permite que mais interessados no tema façam o intercâmbio como um esforço da universidade, e não individual.

O que é câncer de mama metastático?

mamaTalvez você faça parte da estatística dos brasileiros que entendem o que é essa doença, mas saiba que quatro entre dez mulheres e seis entre dez homens disseram nunca ter ouvido falar sobre o assunto. Além disso, 46% não sabiam a diferença entre o câncer de mama inicial e o avançado, é o que revelou pesquisa inédita divulgada esse mês.

Realizada pelo Instituto Datafolha, a pesquisa demonstrou que apesar do desconhecimento sobre o estágio metastático da doença a população a vê sob um prisma negativo. Mais de dois terços dos entrevistados, 70%, associaram o câncer de mama metastático a má qualidade de vida dos pacientes, além de acreditarem que é uma doença que o sentencia a pouco de vida.

Tumor que mais mata mulheres no Brasil, o câncer de mama é causado por fatores genéticos entre 5% e 10% dos casos. Assim, as principais causas da doença estão relacionadas a fatores externos.

 Para o mastologista George Trindade, alterações hormonais podem ter grande influência, mas o que mais causa o câncer de mama são fatores sociais.
 "A desigualdade social faz com que as mulheres tenham um destino diferente por conta da assistência médica. Elas têm um acesso prejudicado, além de dieta irregular e falta de exercício físico", afirmou.
 Em 2012, o Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia, com o objetivo de garantir a qualidade da imagem, a dose de radiação correta e a interpretação adequada das mamografias realizadas no Sistema Único de Saúde em todo o país. No entanto, de acordo com Trindade, há grande dificuldade para realização de um exame de qualidade no SUS e, em alguns locais, não existe nem mesmo o aparelho.

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