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Um medicamento barato, criado há 117 anos, continua sendo alvo de novas pesquisas para a cura e a prevenção de doenças tão distintas como infarto, câncer, esquizofrenia e mal de Alzheimer. 

aspirina

 

Há registros de mais de 55 mil referências de estudos sobre a aspirina, a maioria sobre suas propriedades analgésicas e uso para prevenção de doenças cardiovasculares.  

Os últimos trabalhados, porém, têm se debruçado mais sobre aspirina e câncer. O medicamento, à base de ácido acetilsalicílico, já foi ligado em pesquisas à prevenção de tumores de mama, próstata, pulmão, ovário, endométrio, bexiga, pâncreas, fígado e, principalmente, de esôfago e colorretal. 

A proteção pode estar relacionada à ação anti-inflamatória da aspirina.  "Chama a atenção o fato de vários estudos mostrarem um benefício para tumores diferentes, principalmente aqueles ligados a uma inflamação crônica", afirma Felipe Fernández Coimbra, cirurgião oncologista e diretor de cirurgia abdominal do A.C.Camargo Cancer Center.  

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Um novo estudo realizado por cientistas da UCLA descobriu que as mulheres diagnosticadas com câncer de mama e tratadas com um regime de uma semana de radiação parcial da mama após a remoção cirúrgica do tumor, ou tumorectomia, não tiveram nenhum aumento na recorrência do câncer ou diferença em termos de resultados cosméticos quando comparadas com mulheres que receberam radiação de toda a mama, por um período de até seis semanas após a cirurgia. O estudo é um dos maiores já feitos sobre irradiação parcial da mama.

Diagnóstico tardio agrava casos de câncer de ovárioLevantamento feito pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) mostra que 70% das mulheres com câncer de ovário só descobrem a doença quando ela está no estágio avançado, o que compromete o sucesso do tratamento. 
 
Uma das causas do reconhecimento tardio é que o tumor é considerado silencioso e apresenta poucos sintomas. Os sinais são confundidos com desconfortos comuns como aumento do volume abdominal decorrente de inchaço, menstruação irregular e indigestão. Outros indícios da doença são dores abdominais e na região pélvica, perda do apetite e náuseas.

Estresse na gestação influencia bebê na vida adulta
Projeto da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) acompanhou 900 mulheres grávidas do distrito do Butantã, zona oeste de São Paulo, pertencentes à nova classe C, e constatou que, durante a gestação, 27% sofreram algum tipo de violência (física, psíquica ou sexual), 29% tiveram depressão, 16% ansiedade e 4% dependência de álcool ou drogas. Essas condições estão associadas a uma maior ocorrência de retardo de crescimento intrauterino nos bebês, ou seja, peso e altura abaixo do esperado para a idade gestacional em que o bebê nasceu. "Crianças nascidas nestas condições têm aumentadas as chances de, na vida adulta, apresentarem hipertensão, diabetes, obesidade e transtornos mentais, doenças que têm um custo muito alto para um país", alerta o médico pediatra e professor da FMUSP, Alexandre Ferraro.

Estima-se que 20% das queixas das mulheres em consultas ginecológicas são relacionadas aos sintomas das varizes pélvicas

Dores no abdômen, próximo ao útero e da bexiga, sensação de peso nas pernas antes da menstruação, cólica forte, incômodos durante e após as relações sexuais - estima-se que 20% das queixas das mulheres em consultas ginecológicas, estão relacionadas a estes sintomas.
ReproduçãoDevido a dificuldade no diagnóstico, esse quadro de desconforto pélvico pode prolongar por meses ou anos, escondendo uma disfunção ainda pouco conhecida, mas que trás uma diminuição significativa na qualidade de vida na mulher – as varizes pélvicas. 

 

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